O não Efémero
sexta-feira, 12 de abril de 2013
“
Estou cansada.
De tudo e de nada,
de tanto e de tão pouco.
O simples acto de respirar
deixa-me exausta.
O peso do vazio
enche-me de dor.
Viver cansa,
e eu estou cansada.
”
Rita Almeida
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